Em sua essência, a obra de arte sempre foi reprodutível. O que os homens faziam sempre podia ser imitado pelos seus discípulos, em seus exercícios pelos mestres, para difusão das obras, e finalmente por terceiros, meramente interessados em lucro.
Segundo Benjamin a obra de arte possui uma aura, ou seja, o seu valor de existência única, composta por elementos espaciais e temporais.
Através da reprodutibilidade técnica é possível a aproximação entre o indivíduo e a obra de arte. Mesmo mantendo intacto o conteúdo da obra, essa reprodutibilidade resulta na destruição da aura, triando da obra o seu valor de existência única, o seu "aqui e agora".
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